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terça-feira, 4 de junho de 2013

Gifs Ótica.


Riwdson Neres.

Ilusão de ótica.






Mirela Fernandes.

Ilusão óptica.





Thais Nogueira.



Dança divertida com ilusão de óptica.




Sandya Andrade.

Lentes esféricas.

Dentre todas as aplicações da óptica geométrica, a que mais se destaca pelo seu uso no cotidiano é o estudo das lentes esféricas, seja em sofisticados equipamentos de pesquisa astronômica, ou em câmeras digitais comuns, seja em lentes de óculos ou lupas.
Chamamos lente esférica o sistema óptico constituido de três meios homogêneos e transparentes, sendo que as fronteiras entre cada par sejam duas superfícies esféricas ou uma superfície esférica e uma superfície plana, as quais chamamos faces da lente.
Para um estudo simples consideraremos que o segundo meio é a lente propriamente dita, e que o primeiro e terceiro meios são extamente iguais, normalmente a lente de vidro imersa em ar.
 

Tipos de lentes

Dentre as lentes esféricas que são utilizadas, seis delas são de maior importância no estudo de óptica, sendo elas:
 

Lente biconvexa

 

É plana em uma das faces e convexa em outra, tem a perferia mais fina que a região central, seus elementos são:

 Lente bicôncava

É côncava em ambas as faces e tem a periferia mais espessa que a região central, seus elementos são:

Lente plano-côncava

É plana em uma das faces e côncava em outra, tem a perferia mais espessa que a região central, seus elementos são:

Lente convexo-côncava

Tem uma de suas faces convexa e outra côncava, tem a periferia mais espessa que a região central. Seus elementos são:

Alicya Monteiro.

sábado, 25 de maio de 2013

óptica  é um ramo da física que estuda a luz ou, mais amplamente, a radiação eletromagnética, visível ou não. A óptica explica os fenômenos de reflexão,refração e difração, a interação entre a luz e o meio, entre outras coisas.
Geralmente, a disciplina estuda fenômenos envolvendo a luz visível, infravermelha, e ultravioleta; entretanto, uma vez que a luz é uma onda electromagnética, fenômenos análogos acontecem com os raios x, microondas, ondas de rádio, e outras formas de radiação electromagnética. A óptica, nesse caso, pode se enquadrar como uma subdisciplina do electromagnetismo. Alguns fenômenos ópticos dependem da natureza da luz e, nesse caso, a óptica se relaciona com a mecânica quântica.
Segundo o modelo para a luz utilizada, distingue-se entre os seguintes ramos, por ordem crescente de precisão (cada ramo utiliza um modelo simplificado do empregado pela seguinte):
  • Óptica geométrica: Trata a luz como um conjunto de raios que cumprem o princípio de fernant. Utiliza-se no estudo da transmissão da luz por meios homogêneos (lentes, espelhos), a reflexão e a refração.
  • Óptica ondulatória: Considera a luz como uma onda plana, tendo em conta sua fraquência e comprimento de onda. Utiliza-se para o estudo da difração e interferência.
  • Óptica eletromagnética: Considera a luz como uma onda eletromagnética, explicando assim a reflexão e trasmissão, e os fenômenos de polarisação e anistrópicos.
  • Óptica quântica ou óptica física: Estudo quântico da interação entre as ondas eletromagnéticas e a matéria, no que a dualidade onda-córpusculo joga um papel crucial.

Thalia Paixão


Espelho convexo.

É caracterizado como sendo um espelho esférico, e pode ser considerado para qualquer superfície externa na forma de uma calota esférica que seja capaz de refletir a luz incidente, ou seja, o espelho convexo é uma “fatia” de uma esfera, essa fatia é chamada de calota esférica, e por isso conhecido de espelho esférico, e a parte que reflete (polida) é a parte externa dessa calota. Segue abaixo uma imagem que ilustra a formação de dois espelhos esféricos, um na parte externa da calota e outra na parte interna.

Figura 1 – Ilustra a forma de uma calota esférica e suas superfícies.
Comumente os espelhos convexos são utilizados para “prolongar” a visão, sendo assim podemos ver ângulos refletidos por eles que não conseguiríamos ver utilizando espelhos planos por exemplo. Com isso se costuma dizer que tais espelhos permitem ampliar o campo de visão. Geralmente esse tipo de espelho é encontrado em corredores de supermercado, farmácias, saídas de estacionamentos, retrovisores de veículos - para quem anda de ônibus já deve ter percebido logo acima das portas de saída, enfim entre outros lugares que necessitem ter uma visão prolongada do ambiente.
Figura 5 – Utilização de espelho convexo em estabelecimento.
Figura 2 – Ilustra a visão circular do espelho convexo.
a parte em negrito destaca uma visão 2D do espelho convexo na calota esférica, na figura temos o raio (R) que é a medida conhecida como raio de curvatura  do espelho, sendo definido como a distância medida da superfície externa do espelho até o centro (C), que é conhecido como Centro de Curvatura, o ponto (C) coincide com o centro da esfera que originou o espelho.
Nos espelhos esféricos também temos o conhecido Ponto Focal (F), que é um ponto médio entre o centro e a curvatura do espelho, esse ponto médio fica sobre a reta (R), o ponto (F) é o local para onde os raios refletidos ou prolongados se convergem.
A medida entre o ponto focal e o vértice do espelho é a distância focal (f), como vimos o ponto focal fica localizado no ponto médio entre o centro de curvatura e o vértice do espelho, assim podemos afirmar que a distância focal pode ser definida como a metade da medida do raio:
espelho convexo 3 distancia focal
O vértice (V) é ponto tangencial descrito na curvatura do espelho, e fica localizado sobre o eixo (e) do espelho, o eixo está representado como uma linha de centro no espelho que une o centro de curvatura, o foco e o vértice. Abaixo podemos ver cada dos elementos do espelho esférico:

Figura 3 – Elementos de um espelho esférico.

Riwdson Neres.